Mateus apresenta aqui mais uma narrativa parabólica com traços típicos da sociedade oportunista e excludente de mercado e lucro. A sede de lucro do senhor, a prontidão aduladora dos dois primeiros servos e a seletividade excludente e vexatória do senhor em relação ao terceiro e tímido servo, não são nada edificantes. Estes traços, que não condizem com a proposta de Jesus, sugerem que estamos diante de uma ironia sobre a sociedade opressora. Tradicionalmente a parábola é vista como sendo um convite aos discípulos a não serem tímidos ou omissos e colocarem seus dons a serviço da comunidade.
sábado, 28 de agosto de 2010
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